Meu cachorro está se coçando muito: é alergia, pulga ou alguma outra coisa?

Uma coçadinha aqui, outra ali… completamente normal. Agora, quando o cachorro começa a coçar, lamber, morder a pele e esfregar o corpo pelos móveis como se tivesse descoberto uma nova modalidade esportiva, alguma coisa merece atenção. 😂 E normalmente vem a primeira suspeita: “Doutora, acho que ele está com alergia.” Pode estar. Mas coceira não é sinônimo de alergia — e descobrir o motivo é justamente a parte mais importante. Primeiro: quanto ele está se coçando? Todo cachorro se coça de vez em quando. O que chama nossa atenção é quando a coceira começa a ocupar uma parte considerável do dia ou muda o comportamento do animal. Ele acorda para se coçar? Interrompe uma brincadeira para morder a pata? Passa muito tempo lambendo a mesma região? Está arrancando pelos? A pele começou a ficar vermelha ou machucada? Se você já está olhando para ele e pensando “meu Deus, esse cachorro não para de se coçar”, provavelmente vale investigar. 😅 Pode ser pulga mesmo sem eu encontrar nenhuma? Pode. E essa é uma das frases que mais ouvimos: “Mas ele não tem pulga, eu já procurei!” Infelizmente, as pulgas não costumam aguardar calmamente uma inspeção para serem identificadas. Além disso, alguns animais são muito sensíveis às picadas. Nesses casos, uma quantidade pequena de pulgas pode provocar uma reação importante. Por isso, não encontrar uma pulga passeando tranquilamente pelo cachorro não é suficiente para eliminá-la da lista de suspeitas. E alergia? Sim, alergias também podem causar bastante coceira. Alguns cães podem apresentar alergias relacionadas ao ambiente, às picadas de pulgas ou a componentes da alimentação, entre outras possibilidades. O problema começa quando toda coceira vira automaticamente: “Deve ser a ração.” E aí começa a peregrinação. Troca a ração. Troca novamente. Compra uma “natural”. Tira o frango. Coloca o frango de volta. E três meses depois temos um cachorro que continua se coçando e um tutor que conhece praticamente todas as rações disponíveis no mercado. 😂 Alterações alimentares podem fazer parte da investigação em alguns pacientes, mas precisam ser feitas de maneira organizada. Caso contrário, fica difícil descobrir se alguma mudança realmente fez diferença. Fungos e bactérias também podem entrar nessa história Quando o cachorro se coça e lambe muito uma região, a própria pele pode ficar irritada e lesionada. E uma pele inflamada perde parte da sua proteção natural. Com isso, microrganismos que normalmente vivem na pele podem se multiplicar demais e provocar infecções secundárias, aumentando ainda mais a coceira. Forma-se aquele ciclo nada divertido: coça → machuca → inflama → coça ainda mais. Por isso, às vezes não existe apenas uma causa acontecendo ao mesmo tempo. E aquelas patas que ele não para de lamber? Também merecem atenção. Lamber as patas ocasionalmente é uma coisa. Passar boa parte do dia mordiscando os dedos e deixando as patas constantemente úmidas é outra. Alergias podem estar envolvidas, mas também existem outras possibilidades, como irritações, infecções, dor, corpo estranho e até questões comportamentais. Por isso, simplesmente impedir o cachorro de lamber não necessariamente resolve o motivo pelo qual ele começou. É como desligar o alarme sem procurar onde está a fumaça. Posso dar um antialérgico? Esse é outro ponto delicado. Existem medicamentos capazes de diminuir a coceira, mas parar de coçar não significa que descobrimos a causa. Dependendo do problema, o animal pode melhorar temporariamente e depois voltar a apresentar os mesmos sinais. Além disso, medicamentos não devem ser administrados sem orientação, principalmente aqueles que já estavam guardados em casa porque “ele tomou uma vez”. A ideia não é apenas deixar o cachorro menos incomodado. É entender por que ele está incomodado. Algumas pistas podem ajudar bastante Antes da consulta, observe onde seu cachorro mais se coça. Patas? Barriga? Orelhas? Lombar? Corpo inteiro? Também repare se existe vermelhidão, queda de pelo, feridas, cheiro diferente na pele ou alterações nas orelhas. E tente lembrar quando tudo começou. Foi depois de um passeio? Acontece sempre em determinada época do ano? Começou depois de alguma mudança? Existe outro animal na casa se coçando? Essas pequenas informações podem ajudar bastante durante a investigação. No fim, coceira é um sintoma — não um diagnóstico Pode ser pulga. Pode ser alergia. Pode existir uma infecção. Pode haver mais de uma coisa acontecendo ao mesmo tempo. E é exatamente por isso que aquele tratamento que funcionou maravilhosamente no cachorro da sua amiga pode não fazer absolutamente nada pelo seu. Cada pele conta uma história diferente. Se a coceira está frequente, causando feridas, queda de pelos ou simplesmente deixando seu cachorro desconfortável, vale investigar antes que o problema vire um ciclo cada vez maior. A Arca de Noé 24h, em Santos, está disponível todos os dias para avaliação de cães e gatos. Porque uma coçadinha é normal. Virar contorcionista profissional para alcançar aquela coceira nas costas… talvez não. 😂🐾

Meu gato está fazendo xixi fora da caixa: é comportamento ou problema de saúde?

Você compra a caixa de areia.Escolhe uma areia maravilhosa.Mantém tudo limpinho. E o gato olha para todo esse esforço… e faz xixi no sofá. 😂 A primeira reação costuma ser: “Ele está fazendo isso de propósito!” Mas antes de declarar guerra ao cidadão felino, precisamos conversar. Quando um gato que utilizava normalmente a caixa de areia começa a fazer xixi em outros lugares da casa, ele pode estar tentando mostrar que alguma coisa não está bem. E o motivo pode estar tanto na saúde quanto no ambiente. Antes de pensar em comportamento, precisamos pensar em saúde Essa é provavelmente a parte mais importante. Alterações urinárias podem fazer o gato sentir dor, desconforto ou vontade de urinar várias vezes. Cistites, cristais, cálculos e outros problemas urinários podem mudar completamente a maneira como ele utiliza a caixa. Alguns começam a entrar e sair dela várias vezes. Outros fazem pequenas quantidades de urina. Alguns vocalizam ou lambem excessivamente a região genital. E existem aqueles que simplesmente começam a fazer xixi em outro lugar. Por isso, se essa mudança apareceu de repente, não presuma que seja apenas comportamental antes de descartar um problema de saúde. “Mas ele escolheu justamente a minha cama!” Sim. E isso parece extremamente pessoal. 😂 Mas provavelmente não é uma vingança cuidadosamente planejada. Camas, sofás, roupas e outros locais macios podem ser escolhidos por diferentes motivos. Um gato que sentiu dor ao urinar na caixa, por exemplo, pode começar a associar aquele local ao desconforto e procurar outro lugar. Além disso, alterações no ambiente e situações de estresse também podem influenciar bastante o comportamento urinário dos gatos. E quando falamos de gatos, “estresse” não precisa significar que aconteceu uma grande tragédia. Às vezes, para nós, não mudou praticamente nada. Para o gato… mudou o universo inteiro. O que pode incomodar tanto um gato? Mais coisas do que eles gostariam de admitir. Mudança de casa, chegada de outro animal, visitas, obras, alterações na rotina, mudança de móveis e até conflitos entre gatos que vivem juntos podem influenciar. Mas a própria caixa também merece investigação. Ela está limpa? É grande o suficiente? Fica em um lugar tranquilo? A areia mudou recentemente? Existem caixas suficientes para todos os gatos da casa? Porque nós podemos achar aquela caixa fechada, perfumada e escondida na lavanderia maravilhosa. O gato pode ter uma opinião completamente diferente. 😅 Caixa de areia também tem regra Uma orientação bastante utilizada para casas com vários gatos é ter uma caixa para cada gato + uma extra. Então, dois gatos? Idealmente, três caixas. Três gatos? Quatro caixas. E não adianta muito colocar todas lado a lado e considerar que criou um condomínio de banheiros. 😂 O ideal é distribuí-las em locais diferentes, tranquilos e de fácil acesso. Também vale lembrar que muitos gatos preferem caixas maiores, abertas, limpas e com areia sem perfumes muito fortes. No universo felino, às vezes o banheiro simples ganha do banheiro “gourmet”. Existe diferença entre fazer xixi fora da caixa e marcar território? Existe. Na marcação urinária, o gato geralmente elimina uma quantidade menor de urina, muitas vezes em superfícies verticais, como paredes, móveis ou portas. Já quando ele realmente está urinando fora da caixa, normalmente vemos uma quantidade maior em superfícies horizontais, como cama, sofá, tapete ou chão. Essa diferença pode ajudar bastante durante a investigação. Mas atenção: marcação também pode estar relacionada a estresse e questões ambientais, então não significa simplesmente “meu gato é territorial e acabou”. Tem uma situação em que não devemos esperar Se o gato entra repetidamente na caixa, faz força para urinar e não consegue fazer xixi ou elimina apenas gotinhas, isso merece atendimento rápido. Principalmente nos machos, uma obstrução urinária pode se tornar uma emergência. Também fique atento a vocalização, dor, apatia, vômitos, lambedura excessiva da região genital ou mudanças importantes de comportamento. Nesse cenário, não é hora de trocar a areia e esperar para ver se ele gosta mais da nova. É hora de avaliar o gato. E brigar resolve? Geralmente, não. Punir, gritar ou colocar o focinho do gato próximo à urina não ensina onde ele deveria fazer xixi. Na verdade, pode aumentar ainda mais o estresse e piorar o problema. O caminho é descobrir por que aquilo começou a acontecer. Existe dor? Existe doença urinária? A caixa está adequada? Alguma coisa mudou na casa? Existe conflito com outro gato? Quando encontramos a causa, fica muito mais fácil encontrar uma solução. Antes de chamar seu gato de vingativo… Dê a ele o benefício da dúvida. 😹 Se um gato que sempre usou a caixa começou repentinamente a fazer xixi pela casa, existe uma mudança acontecendo — médica, ambiental, comportamental ou até uma combinação delas. E quanto mais cedo entendermos o motivo, melhor para ele… e para o seu sofá. Se você percebeu alguma mudança urinária no seu gato, a Arca de Noé 24h, em Santos, está disponível todos os dias para avaliação. Porque fazer xixi na cama pode até parecer uma declaração de guerra. Mas, muitas vezes, é só um pedido de ajuda em felinês. 🐱🐾

Meu pet está bebendo muita água: quando isso deixa de ser normal?

Você enche o potinho de água pela manhã e, quando percebe, ele já está vazio de novo. Enche mais uma vez. Pouco tempo depois… vazio. 👀 E aí vem aquela dúvida: “Será que ele está bebendo água demais ou eu que nunca reparei nisso antes?” Beber água é essencial e, obviamente, queremos nossos pets bem hidratados. Mas quando um cachorro ou gato começa a beber muito mais água do que costumava, principalmente sem uma explicação óbvia, vale prestar atenção. Não significa automaticamente que ele esteja doente. Mas também não é uma mudança que devemos simplesmente ignorar. Primeiro: o que mudou? Antes de entrar em pânico porque o potinho está esvaziando mais rápido, pense no contexto. Está muito calor?Ele brincou ou passeou mais?Começou a comer ração seca depois de consumir alimento úmido?Houve alguma mudança na alimentação? Tudo isso pode fazer um animal beber mais água. O que chama nossa atenção é principalmente uma mudança persistente no padrão daquele pet. Aquele cachorro que nunca ligou muito para água e agora visita o pote o tempo inteiro. Ou o gato que você quase nunca via beber e, de repente, parece ter descoberto que o bebedouro é o melhor lugar da casa. Nesses casos, vale observar um pouco melhor. E geralmente vem outra coisa junto: mais xixi É uma conta relativamente simples. Se entra muito mais água, normalmente também sai muito mais xixi. 😅 Por isso, alguns tutores percebem primeiro que o tapete higiênico está muito mais molhado, que o cachorro começou a pedir para sair mais vezes ou que os torrões de urina na caixa de areia do gato ficaram maiores. Às vezes até aparecem aqueles “acidentes” dentro de casa em um animal que nunca fazia xixi fora do lugar. Isso não significa necessariamente que ele desaprendeu ou está fazendo de propósito. Pode simplesmente estar produzindo uma quantidade de urina muito maior do que antes. Por que um animal começa a beber tanta água? Aqui existem várias possibilidades. Doenças renais, diabetes e algumas alterações hormonais estão entre as causas que podem aumentar a sede e a produção de urina. Alguns medicamentos também podem fazer isso. E existem outras condições que podem alterar o consumo de água, por isso não conseguimos descobrir a causa apenas olhando para o potinho. Normalmente precisamos juntar as peças: idade, alimentação, comportamento, quantidade de urina, outros sintomas e, quando necessário, exames. “Mas ele está ótimo!” E pode estar mesmo. Esse é justamente um dos motivos pelos quais mudanças no consumo de água merecem atenção. Nem toda doença começa com um animal abatido, sem comer e claramente passando mal. Algumas alterações aparecem de maneira bem discreta no começo. O cachorro continua brincando. O gato continua pedindo comida. Tudo parece absolutamente normal… Só que ele começou a beber água demais. E às vezes essa pequena mudança é uma das primeiras pistas de que vale investigar alguma coisa. Quanto de água é considerado normal? Aqui precisamos tomar cuidado com números mágicos. A quantidade de água que um animal bebe pode variar conforme peso, alimentação, temperatura, atividade física e até quantidade de alimento úmido que ele consome. Por isso, comparar o seu cachorro com o cachorro da vizinha não ajuda muito. O mais interessante é conhecer o padrão do seu próprio pet. Se você percebeu uma mudança grande e persistente, uma dica simples é medir aproximadamente quanta água coloca no recipiente durante 24 horas. Não precisa transformar a cozinha em laboratório. 😂 Mas essa informação pode ser bastante útil durante a consulta veterinária. E um detalhe importante: não restrinja a água para testar se ele realmente está com sede. Se o animal está procurando água, ela deve continuar disponível. E nos gatos? Nos gatos essa observação pode ser ainda mais interessante. Muitos naturalmente bebem pouca água e obtêm parte dela através da alimentação, principalmente quando recebem alimento úmido. Por isso, quando um tutor diz: “Eu nunca via meu gato beber água e agora vejo várias vezes por dia” …essa informação merece atenção. Não significa necessariamente doença renal — e é importante não transformar qualquer mudança em diagnóstico —, mas é um ótimo motivo para conversar com o veterinário. No final, vale aquela regra simples: conheça o normal do seu pet Você não precisa saber exatamente quantos mililitros de água seu cachorro ou gato bebe todos os dias. Mas provavelmente sabe quando alguma coisa mudou bastante. Se o pote começou a esvaziar muito mais rápido, o tapetinho está sempre encharcado, a caixa de areia tem torrões enormes ou seu pet começou a pedir para fazer xixi várias vezes, não ignore simplesmente porque ele continua aparentemente bem. Às vezes são justamente essas pequenas mudanças que ajudam a descobrir um problema mais cedo. E descobrir cedo quase sempre nos dá mais possibilidades de cuidar. Se você percebeu alguma mudança no consumo de água ou na quantidade de urina do seu pet, a Arca de Noé 24h, em Santos, está disponível todos os dias para avaliação de cães e gatos. Porque eles não falam… mas deixam pistas pela casa inteira. 🐾💧

A idade do seu pet muda tudo no tratamento

Você já ouviu alguém dizer: “Mas ele sempre tomou esse remédio e deu certo.” Ou então: “Meu outro cachorro tomou igualzinho.” A verdade é que, na medicina veterinária, idade faz muita diferença. O tratamento ideal para um filhote pode não ser o mesmo para um adulto. E aquilo que funciona muito bem em um adulto saudável pode até representar um risco para um idoso. É por isso que não existe receita pronta quando falamos da saúde dos nossos pets. Filhotes não são adultos em miniatura Apesar da energia inesgotável (e da incrível capacidade de encontrar exatamente aquilo que não deveriam colocar na boca 😅), os filhotes ainda estão em desenvolvimento. O organismo deles funciona de forma diferente. Fígado, rins, sistema imunológico e metabolismo ainda estão amadurecendo. Por isso, durante essa fase, o veterinário costuma ter um cuidado especial com: Além disso, alguns sinais clínicos evoluem muito mais rapidamente em filhotes. Um quadro de diarreia, por exemplo, pode causar desidratação importante em pouco tempo. Adultos: a fase em que nem tudo é “só uma virose” Quando o pet chega à vida adulta, muitos tutores acabam relaxando um pouco. As vacinas já foram feitas, ele parece saudável e a impressão é que só precisa ir ao veterinário quando algo acontece. Mas é justamente nessa fase que começam a aparecer algumas doenças silenciosas. Alterações hormonais, problemas de pele, doenças cardíacas, cálculos urinários, alterações ortopédicas e até doenças renais podem começar sem grandes sinais. Por isso, consultas de rotina e exames periódicos continuam sendo importantes. E quando chegam os idosos… É nessa fase que ouvimos uma frase quase todos os dias na clínica: “Achei que era só velhice.” Sim, é verdade que envelhecer traz mudanças naturais. O pet pode dormir mais, brincar menos e ficar um pouco mais lento. Mas dor não faz parte do envelhecimento normal. Perda importante de peso, aumento do consumo de água, dificuldade para levantar, tosse, alterações na visão ou mudanças bruscas de comportamento merecem investigação. Muitas dessas alterações têm tratamento e, quanto mais cedo forem descobertas, melhor costuma ser a qualidade de vida do paciente. A idade também muda a forma de tratar Além do diagnóstico, a idade influencia praticamente todas as decisões do veterinário. Um mesmo medicamento pode ter doses diferentes dependendo da fase da vida. Antes de uma cirurgia, por exemplo, um paciente idoso normalmente precisa de uma avaliação mais completa para verificar como estão órgãos como coração, fígado e rins. Até a anestesia costuma ser planejada de forma individual, levando em consideração muito mais do que apenas o peso do animal. Cada fase merece um cuidado diferente O objetivo não é tratar um filhote, um adulto e um idoso da mesma forma. É oferecer o cuidado que faz mais sentido para aquele momento da vida. Na Clínica Veterinária Arca de Noé 24 Horas, em Santos, cada consulta começa entendendo quem é aquele paciente. A idade, o histórico, o estilo de vida, as doenças anteriores e até pequenas mudanças percebidas pelo tutor ajudam a definir o melhor caminho para o tratamento. Porque, no fim das contas, um cachorro de três meses, um gato de cinco anos e um cão de quatorze anos podem apresentar o mesmo sintoma… mas raramente terão exatamente a mesma abordagem.

Por que alguns animais escondem que estão doentes? A resposta pode surpreender você

Você olha para o seu cachorro ou gato e pensa: “Ele está normal. Só está um pouco mais quietinho.” Dias depois, durante a consulta, descobre que ele já estava com uma doença importante. Se isso já aconteceu com você, saiba que não é falta de atenção. Na verdade, muitos animais fazem exatamente isso: escondem os sinais de que não estão bem. E existe uma explicação para esse comportamento. Um instinto que veio da natureza Na natureza, demonstrar fraqueza pode ser perigoso. Um animal doente tem mais dificuldade para fugir, caçar e se defender, tornando-se um alvo mais fácil para predadores ou até mesmo para disputas dentro do próprio grupo. Mesmo vivendo no conforto da nossa casa, esse comportamento continua presente. O cérebro deles não recebeu o aviso de que agora dormem em uma cama macia e têm um pote de ração sempre cheio. É como se pensassem: “Se ninguém perceber que estou mal, talvez eu fique mais seguro.” Os gatos são verdadeiros mestres nisso Se existe um prêmio para “melhor ator”, provavelmente ele vai para os gatos. Eles conseguem manter a rotina por bastante tempo, mesmo quando já apresentam dor ou alguma doença em desenvolvimento. Por isso, pequenas mudanças merecem atenção, como: Nenhum desses sinais confirma uma doença sozinho, mas todos merecem ser observados. Os cães também escondem desconfortos Apesar de demonstrarem mais as emoções, muitos cães também compensam a dor por bastante tempo. É comum ouvir frases como: “Achei que era só preguiça.” “Pensei que fosse a idade.” “Ele sempre manca um pouquinho quando acorda.” Em muitos casos, esses sinais podem indicar problemas ortopédicos, doenças crônicas, alterações neurológicas ou outras condições que merecem investigação. O problema é que esperar pode custar caro Quanto mais cedo uma doença é identificada, maiores costumam ser as chances de um tratamento mais simples, menos invasivo e com melhor qualidade de vida para o paciente. Esperar o animal “ficar realmente ruim” significa, muitas vezes, perder uma oportunidade importante de diagnóstico precoce. O que vale a pena observar no dia a dia? Você não precisa fazer um exame clínico em casa. Basta conhecer bem o comportamento do seu pet. Observe se houve mudanças em: Muitas vezes, a primeira pista de que existe algum problema é uma mudança de comportamento que parece pequena. Quando procurar um veterinário? A resposta é simples: sempre que algo fugir do padrão do seu animal. Cada cachorro e cada gato têm sua própria personalidade. Você conhece melhor do que ninguém o jeito dele. Se algo parece diferente por alguns dias, vale a pena investigar. Na medicina veterinária, existe um ditado que faz bastante sentido: “Os animais raramente reclamam. Eles mudam de comportamento.” E essa mudança pode ser a forma que eles encontraram de pedir ajuda. Se você mora em Santos ou na região e percebeu qualquer alteração no comportamento do seu pet, procure uma avaliação. Muitas doenças podem ser tratadas de forma mais tranquila quando descobertas no início. Aqui na Clínica Veterinária Arca de Noé 24 Horas, acreditamos que ouvir o tutor faz parte do diagnóstico. Afinal, quem convive todos os dias com o animal costuma perceber pequenas mudanças muito antes de qualquer exame mostrar que existe um problema. Porque, às vezes, aquele “ele só está um pouquinho diferente” é exatamente o detalhe que faz toda a diferença.

Seu cachorro realmente gosta de abraços?

Se você é daqueles que não resiste a abraçar, apertar e encher seu cachorro de carinho, saiba que essa demonstração de amor pode não ser interpretada da mesma forma pelo seu pet. Será que os cães realmente gostam de abraços? A resposta é: depende do cachorro. Diferente dos humanos, os cães não costumam usar abraços para demonstrar afeto. Para alguns animais, ficar preso entre os braços de alguém pode gerar desconforto ou insegurança. Já outros adoram contato físico e parecem verdadeiros especialistas em pedir colo e atenção. Mas como saber o que seu cachorro está sentindo? Alguns sinais podem indicar que ele não está muito à vontade, como virar a cabeça para longe, lamber os lábios, bocejar repetidamente, ficar imóvel ou tentar se afastar. Muitas vezes o tutor interpreta esse comportamento como calma, quando na verdade o animal pode estar apenas tolerando a situação. Por outro lado, se o seu cão procura contato, se aproxima espontaneamente, relaxa durante o abraço e demonstra felicidade, é um bom sinal de que ele está curtindo o momento. A verdade é que cada cachorro tem sua própria personalidade. Alguns amam abraços. Outros preferem um cafuné, uma brincadeira ou simplesmente ficar ao lado da família. No final, a melhor forma de demonstrar amor é respeitar a linguagem do seu pet e entender o que o faz se sentir seguro e confortável. Afinal, carinho de verdade não é apenas o que gostamos de dar, mas também o que eles gostam de receber. 🐾❤️ E o seu cachorro? Ele corre para ganhar um abraço ou faz aquela carinha de “já chega, humano”? 😅🐶 Na Arca de Noé 24h, acreditamos que entender o comportamento dos pets é uma das melhores formas de fortalecer a relação entre animais e tutores. Se tiver dúvidas sobre o comportamento do seu pet, nossa equipe está pronta para ajudar em Santos. 💜🐶

Check-up veterinário: seu pet pode estar doente sem demonstrar

Tem uma frase que quase todo veterinário já ouviu:“D“Mas doutora, ontem ele estava normal…” Essa é uma das frases mais comuns na rotina veterinária. E o problema é justamente esse: cães e gatos costumam esconder sinais de dor e doença. Por isso, o check-up veterinário é tão importante. Muitas doenças começam silenciosamente, como: Quando os sintomas aparecem, muitas vezes a doença já está avançada. “Mas meu pet parece saudável” Ótimo. O objetivo do check-up é justamente manter assim. A consulta preventiva ajuda a avaliar: Em muitos casos, descobrir cedo significa tratamento mais simples, menor custo e menos sofrimento. O famoso “depois eu levo” Seu carro faz revisão.Você faz exames periódicos.Mas o pet muitas vezes só vai ao veterinário quando já está passando mal. E não… “Google Veterinário” não substitui consulta. Aquele mau hálito forte, perda de peso, vômito frequente ou mudança de comportamento podem ser sinais importantes. Prevenção sempre custa menos Check-up não é exagero. É cuidado. Prevenir quase sempre é mais barato do que tratar uma emergência — e muito menos doloroso para o animal. Seu pet depende totalmente de você para identificar quando algo não vai bem. A Arca de Noé 24h realiza atendimento veterinário 24 horas, consultas e acompanhamento preventivo para cães e gatos. Porque esperar piorar nunca é a melhor opção.

Trabalhar com irmã é ótimo… (SQN 😂) E o que isso tem a ver com a saúde bucal do seu pet?

Trabalhar com irmã é aquela experiência maravilhosa: uma corrige a outra, uma pega o café da outra, uma “empresta” o estetoscópio da outra sem avisar… tudo em perfeita harmonia (ou quase isso 😂). Mas existe uma coisa que nós duas concordamos todos os dias na clínica veterinária: a saúde bucal dos pets é muito mais importante do que muitos tutores imaginam. A falta de escovação dental em cães e gatos pode levar ao acúmulo de tártaro, mau hálito, dor, inflamação na gengiva e até problemas mais sérios envolvendo coração, rins e fígado. E o pior: muitos animais sofrem em silêncio, sem demonstrar claramente que estão com dor. Por isso, a limpeza dentária veterinária e a escovação regular são fundamentais para manter a qualidade de vida do seu pet. Por que a escovação dental em cães e gatos é importante? Assim como nos humanos, os dentes dos pets acumulam placa bacteriana diariamente. Sem higiene adequada, essa placa endurece e se transforma em tártaro. Os sinais mais comuns incluem: A escovação dental frequente ajuda a prevenir doenças periodontais e evita tratamentos mais invasivos no futuro. Quando fazer limpeza de tártaro em cães e gatos? Nem todo caso precisa de limpeza imediatamente, mas a avaliação veterinária é essencial. Em muitos pacientes, a profilaxia dentária realizada na clínica veterinária é necessária para remover o excesso de tártaro e evitar complicações. Além disso, manter a rotina de escovação em casa faz toda diferença após o procedimento. Cuidar dos dentes também é cuidar da saúde Muitas vezes o tutor pensa que “mau hálito é normal”. Não é. Em grande parte dos casos, ele é sinal de doença periodontal. A saúde bucal impacta diretamente o bem-estar, conforto e longevidade do animal. Por isso, prevenir sempre será melhor do que tratar. E se trabalhar com irmã já dá dor de cabeça às vezes… dor de dente no seu pet realmente não precisa entrar nessa história 😅🐾

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